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WEBinário Mulheres Negras e ciberativismo

 WEBinário Mulheres Negras e ciberativismo

Tem o objetivo de fomentar a construção de uma rede nacional de mulheres negras ciberativistas em defesa da vida e dos direitos das mulheres negras. Além de pensar estratégias sobre o uso de ferramentas online para o fortalecimento de ações em defesa dos direitos humanos das mulheres negras.

O passo seguinte é construir uma rede nacional de mulheres negras ciberativistas em defesa da vida e dos direitos das mulheres negras.

Agradecemos pela contribuição das expositoras: Emanuelle Góes – fundadora e editora do blog Saúde da População Negra; Larissa Santiago – coordenadora do site Blogueiras Negras, junto com Charô Nunes e Maria Rita Casagrande; Ana Almeida – artista gráfica (conferir portifólio); e Camila Neves – estudante de Antropologia pela UFF e membro do Coletivo de Estudantes Pretos sem Nome.

Agradecemos à participação de todas e todos, que estiveram online – Zelinda Barros, Louise Ferreira, Carmela Zigoni, Tatiana Paz, Thiane Neves Aby Rodrigues, Ana Célia, Ana Cláudia Pereira, Ana Lúcia Sousa, Ana Maria Esteves, Ana Marques, Ana Barreto, Alexandra Pio, Darlúcia Sá, Hyana Espindola, Joyce Grasielle, Layla Maryzandra, Adriana Monteiro, Ellen Carvalho, Bárbara Paes, Lúcia Martins, Ludmila Almeida, Marcela Montt, Márcia Vilella, Mariana Parik, Michele da Silva, Mirian Nairim, Mônica Aguair, Vânia Narciso, Patrícia Santos, Rosilene Rodrigues, Jurema Werneck, Viviane Gomes, Vilma Neres, Lúcia Xavier – e offline.

Confira a gravação do WEBinário Mulheres Negras e ciberativismo:

 

Vídeo-apresentação de Emanuelle Góes:

 

Vídeo-apresentação de Larissa Santiago:

 

Vídeo-apresentação de Ana Almeida:

 

Chamada à jovens negras do país:

 

Teaser – WEBinário Mulheres Negras e ciberativismo

A situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: violências e violações

Esse Dossiê é o resultado de um trabalho conjunto do Geledés – Instituto da Mulher Negra e Criola – Organização de Mulheres Negras, sob a coordenação de Nilza Iraci e Jurema Werneck. Ele apresenta diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras e foi apresentado na 157ª sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos. A violência é um fenômeno complexo e, nas sociedades afetadas pelo racismo patriarcal heteronormativo, atinge de maneira desproporcional às populações de pele escura, com forte marca do sexismo e das fobias LGBT. Apesar de o Brasil ter se empenhado nas últimas décadas em ações de diminuição das desigualdades sociais e de enfrentamento da violência contra a mulher, elas não impediram o aumento de 54.2% dos assassinatos de mulheres negras entre 2003-2013, o aumento do encarceramento feminino e a continuidade das violações de direitos das mulheres negras.

Para proteger a vida e os direitos de mulheres e meninas negras, é imprescindível que mecanismos, soluções e remédios atuem sobre as experiências e necessidades específicas deste grupo populacional, incorporando a perspectiva de enfrentamento ao racismo patriarcal heteronormativo, ao racismo institucional e seus impactos sociais, econômicos e psíquicos na vida das mulheres e meninas negras. Enquanto preparávamos o Dossiê nos deparamos com histórias e imagens que impregnaram nossas mentes, se fixaram em nossas retinas, perduraram durante todo o trabalho, e ainda nos assombram. Imagens de dor, de abandono, de manifestações de ódios, de descaso público, mas também de solidariedade e indignação. E é o sentimento de indignação que nos leva a conclui-lo e apresentar a vocês. Queremos chamar atenção e exigir respostas urgentes capazes de frear a exposição desproporcional de meninas, adolescentes, jovens mulheres negras lésbicas, trans e heterossexuais, do campo e da cidade às múltiplas formas de violência. Queremos, ainda, apontar caminhos para reverter a inadequação e/ou ineficiência das políticas públicas em curso no Brasil para proteger as vidas das mulheres negras. Nem de longe pretendemos esgotar os assuntos tratados, pelo contrário esperamos que cada um/a de vocês se indigne, também, e utilize esse material como instrumento de luta e pressão para que possamos transformar esse circo de horrores num mundo confortável e digno para as meninas, adolescentes e mulheres negras lésbicas, trans, heterossexuais do campo e da cidade e todas as pessoas desse país.

Clique aqui para baixar a publicação em português.

A situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: violências e violações (PDF/Inglês)

A situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: violências e violações (PDF/Espanhol)

Declaração do Fórum de Feminismos Negros

Mais de 200 feministas negras participaram do Fórum de Feminismos Negros, nos dias 5 e 6 de setembro, na Bahia, sob o lema “os caminhos que percorremos juntas”. Elas conversaram sobre o futuro, a construção dos feminismos negros globais, a transformação da justiça global, a defesa de nossos territórios, comunidades, povos, resiliência, resistência, o colonialismo, a guerra, os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, o sexismo, o patriarcado, a diversidade sexual, identidades de gênero, arte, violências, alianças transnacionais, aliança intergeracional, entre muitos outros temas e manifestaram. Consta do documento final, o reconhecimento de que as mulheres negras, depois de vários séculos de resistência ativa, ainda vivem em condições de empobrecimento, de exclusão, de invisibilidade e marginalização dos espaços de poder político e econômico. Clique aqui para fazer o download da íntegra do documento.

Plataforma Alyne – Em Defesa das Mulheres Negras

A plataforma ALYNE é uma ferramenta de internet voltada para a atuação na defesa dos direitos humanos, da saúde, dos direitos sexuais e reprodutivos de mulheres negras em especial. Nosso objetivoé contribuir para mobilização e a qualificação de mulheres negras para a defesa de seus direitos e para um monitoramento eficiente das práticas, ações e políticas de atenção à saúde das mulheres e de garantia dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres negras.

Acesse: www.alyne.org.br

Resultado do X CURSO DE ATUALIZAÇÃO

Resultado da Seleção de participantes para o X CURSO DE ATUALIZAÇÃO: “A TEORIA E AS QUESTÕES POLÍTICAS DA DIÁSPORA AFRICANA NAS AMÉRICAS”

 

RELAÇÃO DAS SELECIONADAS E DOS SELECIONADOS -2016

1 Alexandra Siranding Baldeh Loras

2 Ana Claudia Jacinto Sabino

3 Ângela Elizabeth Sarneski

4 Anna Bárbara Araujo

5 Bárbara Nascimento de Oliveira

6 Cleissa Regina de Oliveira Martins

7 Edinso Rafael Mosquera Ruiz

8 Eliane Almeida de Souza e Cruz

9 Eliane de Souza Almeida

10 Gabriela de Lourdes Porfírio Cardoso

11 Lumena de Aleluia Santos

12 Maria Cecília de Oliveira Rosa

13 Monique Britto Eleotério

14 Pablo de Oliveira de Mattos

15 Priscilla Pinto Ferreira Vaz

16 Sandra Regina Ribeiro

17 Silvia Regina de Almeida

18 Stella Machado das Chagas

19 Urânia de Oliveira Rodrigues

20 Winnie de Campos Bueno

 

CANDIDATAS (OS) CLASSIFICADAS (OS) PARA O CURSO EM LISTA DE ESPERA POR ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO

21 Mariana Corrêa de Oliveira Carlou

22 Rayna Oliveira Pegado

23 Rhaysa Sampaio Ruas da Fonseca

24 Rachel Barros de Oliveira

25 Sandra Maria Cerqueira da Silva

26 Vanessa Menezes de Andrade

27 Marina dos Santos Ribeiro

As consequências reais do racismo virtual.

Será que um comentário infeliz na internet pode gerar efeitos reais numa sociedade cada vez mais conectada? Conheça a Campanha “Racismo Virtual. As Consequências São Reais” desenvolvida por Criola, em parceria com a AMNB e a Marcha de Mulheres Negras Contra o Racismo e a Violência, e pelo Bem Viver.