Guerreiras Pós-Abolição

Guerreiras Pós-Abolição

O século XX assiste a profundas transformações, tanto no que dizia respeito à visibilização de demandas políticas antes silenciadas, quanto à forma com que estas passaram a ser apresentadas pelos diferentes grupos sociais. Neste cenário, os movimentos e organizações de mulheres negras, passaram a assumir posições importantes em torno da reconstrução da identidade feminina negra – um dos aspectos da luta pela conquista de direitos e reconhecimento em todos os campos sociais.

A arte, entretanto, não perde a posição de principal forma de expressão das comunidades negras na diáspora. A produção artística das mulheres negras continuou a ser um dos grandes focos de resistência desta e de outras épocas.

Antonieta de Barros

Auta de Souza

Carolina de Jesus

Clementina de Jesus

Laudelina de Campos Melo

Lélia González

Mãe Menininha do Gantois

Maria Auxiliadora Silva

Maria Brandão dos Reis

Maria Lata D’Água

Nair Theodora de Araújo

Rita Maria

Benedita da Silva

Eliza Lucinda

Jurema Batista

Leci Brandão

Mãe Beata de Yemanjá

Mãe Meninazinha de Oxum

Obassy

Ruth de Souza

Tia Ciata

Zezé Motta