Flávia Ribeiro e CEDENPA

1980
Belém do Pará

Atualizado em 19/12/2025

“Se quiser ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá em grupo”, já dizia o provérbio africano.
Falar das mulheres amazônicas é ampliar vozes de um povo de luta, cultura e uma longa trajetória de resistência. É romper com o pensamento estereótipo e regionalista visto que suas vivências representam e pertencem ao cenário nacional.


Flavia Ribeiro, mãe, jornalista e pesquisadora da área de Comunicação conta sobre a história e as contribuições para a população preta de uma das mais antigas organizações no combate ao racismo antinegro do Pará, o CEDENPA, Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará.
Uma associação sem fins lucrativos, sem vínculos político-partidários, que valoriza a diversidade de gênero, orientação sexual, religião e níveis socioeconômicos, com predominância da presença de pessoas negras referências em políticas afirmativas, especialmente mulheres como: Professora Zélia Amador de Deus, Nilma Bentes e Neide Bahia.

Confira essa conversa sobre as Amazônias e toda sua potencialidade no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !

“O CEDENPA é esse lugar onde a gente pode encontrar tantas militantes que tenham uma trajetória, uma experiência, que trazem toda essa bagagem e a gente também pode encontrar um coletivo de juventude, que tem os jovens que estão aqui trazendo uma linguagem do audiovisual, do digital, das redes sociais. Então, é o lugar que a gente encontra tanto essas pessoas com essa trajetória e essas pessoas que estão chegando agora e que todas se encontram! É um lugar que pra gente é uma escola de luta que temos e é uma escola que a gente chega e tem muitas professoras.”

O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.

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Flavia Ribeiro / Reprodução pessoal