Byanca Marchiori e Jessica Lorrany
A trajetória de Byanca Marchiori e da Associação das Travestis e Transexuais do Estado do Tocantins (Atrato) revela a força da coletividade como estratégia de sobrevivência, resistência e transformação social. Fundada em 2016, a Atrato nasce do compromisso com a organização comunitária e com a luta por direitos básicos para pessoas trans, especialmente travestis e mulheres trans negras em uma das regiões mais atravessadas pela transfobia e pela ausência de políticas públicas no país.
Ao longo de sua atuação, a Atrato construiu um trabalho coletivo focado em demandas estruturais como saúde, moradia, empregabilidade, educação e segurança pública. Cada conquista através de mobilizações reafirma que a coletividade é um ato político fundamental para garantir direitos, produzir pertencimento e construir futuros possíveis.
Confira mais detalhes desta história no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !
“E a Atrato vem lutando por isso desde 2016 e sabendo que nossa comunidade ainda é muito é vista com um olhar diferente, a sociedade ainda recrimina e a gente precisa avançar muito mais, e a nós, comunidade trans, vamos lutar muito mais por melhorias. E isso é só um pouco e uma semente que a gente planta e é uma semente que a gente vai colher lá na frente.”
O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.
Bianca Marchiori / Reprodução pessoal


