Ana Santos

2024
Rio de Janeiro

Atualizado em 23/12/2025

As trajetórias de Ana Santos, Sônia e Alzeni da Silva Fausto revelam a coletividade como princípio estruturante da agroecologia e da luta das mulheres negras pelos territórios, pela vida e dignidade. Suas histórias demonstram que o cuidado com a terra, transmitido entre gerações, sempre foi prática ancestral das populações negras e indígenas.

Ao conectar infância, território e saberes ancestrais, Ana constrói caminhos de transformação onde aprender, cuidar e resistir são gestos compartilhados através da sua atuação em redes de mulheres como o GT Mulheres da Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro.

Sônia e Alzeni evidenciam que a agroecologia nasce da prática comunitária e da lógica da troca em oposição à exploração imposta pelo capital. Desde a Baixada Fluminense até o território rural do Bairro Geneciano, suas vivências reafirmam que produzir no “tempo do tempo” é também um ato político.

Saiba mais sobre as trajetórias destas mulheres no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !

“…porque nós mulheres pretas sempre nascemos ambientalistas, mas esse mérito nunca foi nos dado. E a partir de uma luta política, de você se reconhecer enquanto mulher, mulher preta não tem mais volta. Os cabelos… eles dizem muito sobre isso.”

O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.

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Ana Santos / Reprodução pessoal