Ana Santos
As trajetórias de Ana Santos, Sônia e Alzeni da Silva Fausto revelam a coletividade como princípio estruturante da agroecologia e da luta das mulheres negras pelos territórios, pela vida e dignidade. Suas histórias demonstram que o cuidado com a terra, transmitido entre gerações, sempre foi prática ancestral das populações negras e indígenas.
Ao conectar infância, território e saberes ancestrais, Ana constrói caminhos de transformação onde aprender, cuidar e resistir são gestos compartilhados através da sua atuação em redes de mulheres como o GT Mulheres da Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro.
Sônia e Alzeni evidenciam que a agroecologia nasce da prática comunitária e da lógica da troca em oposição à exploração imposta pelo capital. Desde a Baixada Fluminense até o território rural do Bairro Geneciano, suas vivências reafirmam que produzir no “tempo do tempo” é também um ato político.
Saiba mais sobre as trajetórias destas mulheres no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !
“…porque nós mulheres pretas sempre nascemos ambientalistas, mas esse mérito nunca foi nos dado. E a partir de uma luta política, de você se reconhecer enquanto mulher, mulher preta não tem mais volta. Os cabelos… eles dizem muito sobre isso.”
O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.
Ana Santos / Reprodução pessoal


