Ludmila Almeida
Ter referências negras na educação básica ativa a representatividade, amplia a pluralidade de conhecimento e gera pensamentos críticos sobre as histórias que ouvimos há tantos séculos.
Ludmila Almeida, mulher negra, moradora da favela de Manguinhos na zona norte do Rio de Janeiro, construiu seu caminho acadêmico antes mesmo de ingressar na universidade, porém na formação em Ciências Sociais e na atuação profissional como agente de saúde comunitária e educadora, ela percebeu a ausência sistemática de homens e mulheres negras na produção e no ensino do pensamento sociológico. Mesmo em cursos com maioria de estudantes negros, os referenciais permaneciam centrados em autores clássicos brancos invisibilizando intelectuais negros fundamentais na história.
Confira como Ludmila atua a partir da educação antirracista em seus trabalhos e na sala de aula pelo vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !
“A partir da minha vivência também como professora em sala de aula, como era deficiente a história de homens e mulheres negras nos livros didáticos.”
O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.
Ludmila Almeida / Reprodução pessoal


