Rafaela Correia

2024
Porto Velho, Rondônia

Atualizado em 24/12/2025

O quanto se fala sobre negritude para além do nordeste?
Entre arte, ancestralidade, pesquisas e identidade vamos mergulhar na potência das figuras Amanara Brandão, artista afro-amazônica; Lauri Miranda ,primeira doutora travesti em História do Brasil e Marcela Bonfim, fotógrafa. Mulheres negras amazônicas, de Porto Velho, Rondônia que compartilham da sua intelectualidade, conhecimento e sensibilidade como resistência pela preservação da cultura, costumes e beleza da estética negra.

Elas constroem, a partir da Amazônia e do Norte do país, narrativas que afirmam o pertencimento negro, trans e afro-indígena como força criadora, intelectual e política. Suas trajetórias revelam como arte, pesquisa e memória se entrelaçam para disputar visibilidade, reconhecimento e direito à existência plena.

Confira mais detalhes desta história no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !

“Essas três são pessoas que eu vejo que têm uma potência muito grande, sempre levam a pauta da negritude e têm um alcance muito grande para o Brasil. São figuras da nossa cidade que nos enche de orgulho.”

O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.

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Rafaela Correia / Reprodução pessoal