Jade Trindade e Marcela Pinheiro
As religiosidades de matriz africana são meios de reconexão e afirmação da memória, tradição e legado que a população negra africana deixou no Brasil.
Regida por uma família matriarcal composta por 7 mulheres pretas que vivenciam o Candomblé, praticam o cuidado ao próximo, sem deixar de se olhar. Essa história é contada por Mãe Ana de Oxum e Jade Trindade que compartilham suas vivências, conquistas e desafios como zeladoras espirituais e abordam sobre a força e a importância da orixá Oxum em prol de mulheres negras. Representada como a força das águas, da beleza, da estratégia e que luta por direitos em prol do seu povo.
Confira mais detalhes desta história compartilhada por Marcela Pinheiro no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acesse o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !
“E aí, isso me emociona e me realiza, porque talvez isso seja o meu maior movimento de luta e de resistência, quando a gente vê que o Candomblé é um meio que o nosso povo teve de reconectar aos seus, a não ser apagada sua memória, sua tradição e sua língua.”
O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.
Jade Trindade / Reprodução: Youtube Criola


