Pedagogia da Navalha e Colle Christine
O movimento trans e travesti é denominado pela letra “T” na sigla LGBTQIAPN+ , representado nesta história pelas trajetórias das artistas e educadoras sociais, Alixia Liannessy, Lua Arruzo e Katia Deuma que mostram sobre a importância da navalha, uma ferramenta muito usada como objeto de segurança, mas que através das religiões de matriz africana é ressignificada para um instrumento espiritual capaz de transformar e potencializar suas vidas.
Mulheres travestis negras que transformam experiências marcadas pela violência estrutural em práticas de acolhimento, saber e pertencimento. Baseadas no princípio do Ubuntu, “eu sou porque nós somos”, da filosofia africana, o encontro da “Pedagogia da Navalha” se afirma como forma de expressão, cura e identidade.
Descubra sobre esta história, no vídeo abaixo do canal Youtube de Criola e acessando o conteúdo Glam na página de WikiCriola .
Vamos redefinir as trajetórias de mulheres negras de todo o Brasil !
“Então, a pedagogia da travesti ela tá em toda a tua vivência, ela é pedagógica. É um ser pedagógico que educa do mais novo ao mais velho. A travesti, ela tá aí pra questionar tudo que a gente acha que é certo, o que é errado, o que tá posto, o que a gente quer ser ,o que nós somos de fato. Acho que ela burla pra essa ideia de gênero cisnormativa.”
O projeto “Negras na História” é uma iniciativa da Ong Criola em parceria com a Fundação Wikimedia que visa fortalecer e ampliar a voz de mulheres negras cis e trans no campo das novas tecnologias e do conhecimento antirracista sob as licenças de Creative Commons.
Alixia Liannessy, Lua Arruzo e Kátia Deuma / Reprodução pessoal

